Como fazer para que todas as pessoas que realmente precisam sejam capazes de adquirir equipamentos que proporcionam maior independência para o portador de necessidades especiais?
A Caixa Econômica Federal lançou a pouco tempo uma linha de crédito especial para as pessoas que possuem necessidades especiais.
O crédito especial da Caixa Econômica serve para comprar por exemplo:
- cadeira de rodas;
- cadeira para banho;
- aparelho auditivo;
- telefone especial;
- impressora em braile;
- softwares especiais;
- elevador residencial;
- camas motorizadas;
- inaladores;
- calculadora especial;
- relógios em braile;
- relógios falados;
- teclado especial;
- adaptação de veículos;
- e vários outros equipamentos.
É necessário ser aprovado na avaliação de risco de crédito da Caixa Econômica para ter acesso ao financiamento de qualquer equipamento.
Segundo o site da Caixa, (http://www.caixa.gov.br/), para adquirir o financiamento é necessário seguir três passos:
1 – Informar sobre o financiamento (procurar a agência para tirar as dúvidas antes de contratar o serviço)
2 – Escolher o equipamento, bem ou serviço (procurar o estabelecimento comercial de sua preferência e escolher o equipamento, bem ou serviço que deseja adquirir. Para ter acesso ao financiamento não é necessário comprovar a necessidades especial, pois o equipamento, bem ou serviço, pode ser destinado a terceiros).
3 – Levar o Cupom Fiscal até a Caixa (A concessão do financiamento é feita mediante a apresentação da Nota Fiscal ou do Cupom Fiscal emitido pelo estabelecimento comercial, referente à aquisição do equipamento, bem ou serviço.)
Com este crédito, ganha a família que pode ficar mais tranqüila na aquisição dos equipamentos (que são caros), ganha o profissional que pode desenvolver e conseguir vender seus equipamentos, mas ganha, principalmente os portadores de necessidades especiais que podem usufruir e realmente procurar “viver sem limites”.
A Caixa disponibiliza dois telefones para contato: o Disque Caixa: 0800 726-0101 / Atendimento para pessoas com deficiência auditiva 0800 726-2492. Ou no site: http://www.caixa.gov.br/
Ver notícia completa em: http://colunadiversidade.blogspot.com/2008/08/crdito-especial-para-necessidades.html
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quinta-feira, 4 de novembro de 2010
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
Turismo acessível em SC
Você sabia que em setembro aconteceu em Florianópolis o I Seminário Catarinense de Turismo Acessível?
Pois é... Após dois dias de apresentações de palestrantes renomados e debates com representantes do trade-turístico de Santa Catarina, foi elaborado, com a efetiva participação do público presente, um documento que apresenta um breve panorama do arcabouço legal da acessibilidade e os aspectos preponderantes para a o desenvolvimento de ações necessárias para a defesa plena dos interesses e necessidades ligados a prática das viagens e do turismo das pessoas com deficiência e mobilidade reduzida. Incluem- se aqui, além dos portadores de necessidades especiais, os idosos e obesos.
Conheça a "Carta de Santa Catarina" em:
<https://docs.google.com/fileview?id=0B5k5c8Wj75nQNGJhMzE4ZjctZTFmMC00OTNiLTgxOWYtYjVhNjAwNmFhMjQw&hl=en&pli=1>
Assista à reportagem exibida no Estúdio Santa Catarina em 19/09/2010:
<http://mediacenter.clicrbs.com.br/templates/player.aspx?uf=2&contentID=138849&channel=47>
"TURISMO PARA TODOS: O caminho é a preparação", publicado no Diário Catarinense em 21/09/2010:
<http://www.clicrbs.com.br/diariocatarinense/jsp/default2.jsp?uf=2&local=18&source=a3047048.xml&template=3898.dwt&edition=15542§ion=846>
Pois é... Após dois dias de apresentações de palestrantes renomados e debates com representantes do trade-turístico de Santa Catarina, foi elaborado, com a efetiva participação do público presente, um documento que apresenta um breve panorama do arcabouço legal da acessibilidade e os aspectos preponderantes para a o desenvolvimento de ações necessárias para a defesa plena dos interesses e necessidades ligados a prática das viagens e do turismo das pessoas com deficiência e mobilidade reduzida. Incluem- se aqui, além dos portadores de necessidades especiais, os idosos e obesos.
Conheça a "Carta de Santa Catarina" em:
<https://docs.google.com/fileview?id=0B5k5c8Wj75nQNGJhMzE4ZjctZTFmMC00OTNiLTgxOWYtYjVhNjAwNmFhMjQw&hl=en&pli=1>
Assista à reportagem exibida no Estúdio Santa Catarina em 19/09/2010:
<http://mediacenter.clicrbs.com.br/templates/player.aspx?uf=2&contentID=138849&channel=47>
"TURISMO PARA TODOS: O caminho é a preparação", publicado no Diário Catarinense em 21/09/2010:
<http://www.clicrbs.com.br/diariocatarinense/jsp/default2.jsp?uf=2&local=18&source=a3047048.xml&template=3898.dwt&edition=15542§ion=846>
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Software ajuda crianças sem movimento a se comunicar
Crianças com necessidades especiais, ao chegar em casa, gostam de conversar com os pais sobre o dia, mas muitas delas não conseguem falar e se expressar direito. As universidades de Dundee e Aberdeen, na Escócia, desenvolveram um software chamado Como foi seu dia na escola hoje?, que permite às crianças comunicação com os pais. As informações são da Press Association."Para uma criança com deficiências motoras severas e fala limitada ou inexistente, manter uma conversa é geralmente muito difícil e limitada a respostas de uma ou duas palavras", disse Rolf Black, da Universidade de Computação Dundee ao site IT Pro. "Para que ela possa contar uma história mais comprida, é necessário um aparelho de comunicação (que ajude a criança a) formar frases. Isso pode ser algo muito complexo (para uma criança operar), reduzindo seu potencial de manter uma conversa", completou.
Em resposta a esse desafio, os pesquisadores desenvolveram o How was school today?. O funcionamento interno do aplicativo é bastante complexo, mas sua operação é simples. Em cada lugar por onde a criança passa com sua cadeira de rodas, um sensor registra tudo, desde as horas em que ficou no local até o relato de um adulto responsável que esteve com ela. Cartões eletrônicos permitem às pessoas registrarem quando interagiram com a criança e que outras atividades ela realizou ao longo do dia.
Leia a notícia completa:
Disponível em: <http://www.wsites.com.br/index.php?pagina=noticias&&nid=13>. Acesso em: 15 out 2010.
Yoga para crianças especiais
Após uma crise de hérnia de disco a coreografa e bailarina Katia Gontijo experimentou o Yoga. Foi para São Paulo aperfeiçoar o método, trabalhou como personal de Glória Coelho, Fátima Ali, Paulo Ricardo e Sonia Raci. Além das práticas de Yoga Asanas aprendeu meditação Vipassana e Ayurvedic Yoga Massage. O nascimento do filho, diagnosticado com Síndrome de Down, deu origem ao Instituto Sou Especial.
De volta a Brasília inaugurou, no Liberty Mall, o Studio Yoga Katia Gontijo. Além das práticas de Yoga para crianças especiais, desenvolveu um trabalho baseado na sua experiência com dança, Iyengar, Ashtanga, Jivamukti yoga, meditação Vipassana e Ayurvedic Yoga Massage. “Minha prática tem fluidez e busca o alinhamento, enfatizando a presença, a alegria, a gratidão e o desafio, tudo permeado pelo ato contínuo e consciente da respiração”, afirma.
A prática de yogaterapia desenvolvida por Katia Gontijo tem sido indicada por dentistas e pediatras para melhorar a respiração das crianças. “Com uma respiração adequada e consciente a criança adquire mais saúde e mais qualidade de vida”, enfatiza a terapeuta.
(Katia Maranhão)
Disponível em: <http://www.katiamaranhao.com.br/?p=833>. Acesso em 15 out 2010.
De volta a Brasília inaugurou, no Liberty Mall, o Studio Yoga Katia Gontijo. Além das práticas de Yoga para crianças especiais, desenvolveu um trabalho baseado na sua experiência com dança, Iyengar, Ashtanga, Jivamukti yoga, meditação Vipassana e Ayurvedic Yoga Massage. “Minha prática tem fluidez e busca o alinhamento, enfatizando a presença, a alegria, a gratidão e o desafio, tudo permeado pelo ato contínuo e consciente da respiração”, afirma.
A prática de yogaterapia desenvolvida por Katia Gontijo tem sido indicada por dentistas e pediatras para melhorar a respiração das crianças. “Com uma respiração adequada e consciente a criança adquire mais saúde e mais qualidade de vida”, enfatiza a terapeuta.
(Katia Maranhão)
Disponível em: <http://www.katiamaranhao.com.br/?p=833>. Acesso em 15 out 2010.
Playground e crianças especiais
Já existem em São Paulo instalações especiais em parques públicos!
Cristiane Rogerio, Deborah Kanarek, Malu Echeverria, Mônica Brandão e Patrícia Cerqueira.
Colaborou Thais Lazzeri
Criança e parquinho têm tudo que ver. Crianças especiais, no entanto, precisam de brinquedos adaptados para passar por essa lúdica e importante experiência. A preocupação de permitir o acesso de todos à educação e ao lazer começa a chegar aos playgrounds de parques públicos. Na cidade de São Paulo, por exemplo, foi aprovada uma lei que permite a instalação de playgrounds especiais em parques públicos. Com isso, o município pode destinar parte da verba do orçamento para a compra dos equipamentos. "Em São Paulo, daremos preferência a regiões da periferia, porque os parques do Centro se encontram mais bem equipados", afirma Cláudio Prado, vereador (PDT) e autor do projeto. Outras cidades, como São Bernardo do Campo e Rio de Janeiro, já solicitaram a compra. O playground permite que crianças em cadeiras de rodas desfrutem o mesmo brinquedo que as outras. No balanço, por exemplo, existe uma plataforma para a cadeira. O que também foi feito no carrossel. Parques privados também começaram a modificar a estrutura física para receber crianças deficientes. A AACD (Associação de Assistência à Criança Deficiente) presta assessoria a um deles. A instituição, além de orientar mudanças no mobiliário arquitetônico, também está treinando os funcionários. "Essas ações são valiosas e necessárias. É uma conquista inédita brincar no parque, um passo para a integração e sociabilização da criança", ressalta Antonio Carlos Fernandes, ortopedista pediátrico, diretor clínico da AACD. O trabalho é lento e gradual, mas vale a pena, não é?
Disponível em: <http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI14917-15159,00.html> Acesso em 15 out 2010.
Cristiane Rogerio, Deborah Kanarek, Malu Echeverria, Mônica Brandão e Patrícia Cerqueira.
Colaborou Thais Lazzeri
Criança e parquinho têm tudo que ver. Crianças especiais, no entanto, precisam de brinquedos adaptados para passar por essa lúdica e importante experiência. A preocupação de permitir o acesso de todos à educação e ao lazer começa a chegar aos playgrounds de parques públicos. Na cidade de São Paulo, por exemplo, foi aprovada uma lei que permite a instalação de playgrounds especiais em parques públicos. Com isso, o município pode destinar parte da verba do orçamento para a compra dos equipamentos. "Em São Paulo, daremos preferência a regiões da periferia, porque os parques do Centro se encontram mais bem equipados", afirma Cláudio Prado, vereador (PDT) e autor do projeto. Outras cidades, como São Bernardo do Campo e Rio de Janeiro, já solicitaram a compra. O playground permite que crianças em cadeiras de rodas desfrutem o mesmo brinquedo que as outras. No balanço, por exemplo, existe uma plataforma para a cadeira. O que também foi feito no carrossel. Parques privados também começaram a modificar a estrutura física para receber crianças deficientes. A AACD (Associação de Assistência à Criança Deficiente) presta assessoria a um deles. A instituição, além de orientar mudanças no mobiliário arquitetônico, também está treinando os funcionários. "Essas ações são valiosas e necessárias. É uma conquista inédita brincar no parque, um passo para a integração e sociabilização da criança", ressalta Antonio Carlos Fernandes, ortopedista pediátrico, diretor clínico da AACD. O trabalho é lento e gradual, mas vale a pena, não é?
Disponível em: <http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI14917-15159,00.html> Acesso em 15 out 2010.
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